Migração para o ClicRBS

Pessoal, estou migrando meu blog para dentro do ClicRBS. Gostaria que atualizassem seus feeds e viessem me visitar. Continuo com o mesmo tema e mesmo visual.

Valeu e espero uma visita


Direto de Chicago

Trabalho manual e muito envolvimento com o design. Alex Perez, é assim. Vive em Chicago produzindo materiais bem originais. Tem um traço marcante e usa as cores de uma forma maravilhosa. Trabalha com design de embalagem, ilustração, identidade corporativa, entre outras coisitas.


Uma outra representação da Pop Art

O artista Mitch McGee, que vive no Texas, é apaixonado pelo PopArt, principalmente, pelo trabalho de Roy Lichtenstein. Então, resolveu pesquisar uma forma de representar as obras de Roy em outras plataformas e formatos, então, ele procurou uma resposta:

“A resposta mais fácil para mim era a madeira. Eu cresci trabalhando com ela, combinando com a minha formação de design gráfico, me deixou mais confiante para a realização desse trabalho, e acho que funcionou.”

Fonte: TaxiDailyNews, MyMordenMet


Cartografia digital

Esse pequeno documentário mostra as alterações que a criação dos mapas digitais estão proporcionando, as modificações e alterações que estão acontecendo. As contradições entre os geógrafos, a inclusão das pessoas na manipulação de informações, como: criação de histórico, de aplicativos (gps, foursquare) de dispositivos que utilizam o mapa para levar informação ou entretenimento. A gente não consegue dar um tempinho para digerir a informação dessa nova tecnologia.

O vídeo é longo e cansativo (falta um pouco de ação nele, rs) mas tem bastante informação.


Conceitos filosóficos em cartazes

Traduzir filosofia em imagens já não é uma tarefa muito fácil. Imagine transformar e conceituar em formas minimalistas? Desafio aceito por Genis Carreras  que traduziu de uma forma bem convincente alguns conceitos no projeto Philographics. As peças são esteticamente bem construídas e tem um grande valor educativo, por isso que cada cartaz traz uma breve descrição filosófica.

Dualismo: mente e massa são tipos de substância fundamentalmente distintos. Os seres humanos têm ambos, mente ou alma e corpo. Dualismo moral é a crença no complemento perfeito ou conflito entre o bem e o mal.

Realismo: O realismo representativo argumenta que seres humanos não conseguem perceber o mundo externo diretamente.

Niilismo: vida sem significado, propósito ou valor intrínseco. A moralidade não existe inerentemente e qualquer valor moral estabelecido é adquirido de modo abstrato. O conhecimento não é possível e alguns aspectos da realidade não existem como tais.

Relativismo: pontos de vista não tem a verdade absoluta ou validade, tendo apenas o valor, em relação subjetiva de acordo com diferenças na percepção e consideração.Princípios e ética são considerados como aplicáveis ​​apenas em contexto limitado

Autoritarismo: submissão à autoridade e oposição ao individualismo e da democracia. Um governo autoritário é aquele em que o poder político está concentrado em um líder que possue o poder exclusivo, inexplicável e arbitrário.

Idealismo: experiência é baseado na atividade mental. É contrastado com o realismo, em que o mundo externo é ter existência absoluta aparente. As únicas coisas que se pode diretamente saber são, certamente, apenas idéias.

Ateismo: experiência é baseado na atividade mental. É contrastado com o realismo, em que o mundo externo é ter existência absoluta aparente. As únicas coisas que se pode diretamente saber são, certamente, apenas idéias.

Existencialismo: Indivíduo o único responsável por dar o seu próprio significado e para viver a vida com paixão e sinceridade, lidando com suas condições, emoções, ações, responsabilidades e pensamentos.

Dogma: É a crença estabelecida ou doutrina defendida pela religião, ou por outro grupo ou organização. É autoritária e inquestionável, e não deve ser discutida ou combatida pelos praticantes ou crentes.

Reducionismo: um sistema complexo não é nada mais do que a soma de suas partes e pode ser compreendido através da definição de seus componentes individuais separadamente.

Fontes: Minimalissimo, BlogA, GenisCarreras


Brincadeira com tipos

Alessandro Novelli é um italiano que adora brincar com tipos. Ele desenvolveu o “The Alphabet” gostou tanto que há pouco lançou um segundo experimento com tipos. “The Alphabet2″ também usa tipografia como tema central, porém, no segundo ele usa uma técnica diferente da usada na primeira. O StopMotion é usado como ferramenta para criar um mundo em que os tipos vivem, reclamam e dançam.

Segundo

 


Taschen e seus agrados

Dar uma olhadinha na revista da Taschen é sempre bem proveitoso. Dar uma zapeada pelo site é encontrar agrados e novas informações e desejos. É impossível não desejar ter algum livro. Embaixo uma pequena mostra.

D&AD 2010, The Best Advertising and Design in the World
Who got a ‘Black Pencil’?
The world‘s prestigious annual for creative professionals

Type. A Visual History of Typefaces & Graphic Styles, 1628-1900
Faces And Characters Of Distinction
A visual history of fonts and graphic styles, Volume 1: 1628–1900

Type. A Visual History of Typefaces & Graphic Styles, 1901-1938
Know your type
A visual history of fonts and graphic styles: volume 2

Lá no site é possível fazer um cadastro para receber um catálogo semestral.


Estilão anos 70

Morten Iveland (@iveland) é um norueguês apaixonado por tipos ele é o criador de um projeto chamado The Infamous Press book que tem o estilão dos anos 70. Em seu site existem muitos trabalhos de diversas áreas do design gráfico, o diferencial é um link que tem várias imagens que ele usa como referência. É um figurão cheio de talento e designer senior do Scandinavian Design Group.

Fonte: @typofonderie, minimalismoSDG e o Iveland


Ilustrações de Jonas Bergstrand

Fontes de conteúdo fixas são ótimos e norteiam nosso olhar, porém, em alguns momentos é válido procurar trabalhos diferenciados. Nessas andanças entre blogs encontrei o trabalho de Jonas Bergstrand um sueco super família que desenvolve desenhos misturando técnicas colagens com ilustração manual. Ele se formou na Escola Forsberg de Design e trabalhou na Agência Central de Ilustração (CIA).

Veja a entrevista que ele deu para layersmagazine.


Fonte: InspireFirst


Branding: do começo ao fim

O site DesignFestival publicou, recentemente, um post com o desenvolvimento do branding. A disposição das informações que chamam a atenção, pois, na maioria das vezes, nunca conseguimos ver o branding em um formato geral. Convivemos com as suas etapas e raramente paramos para observar todo o seu desenvolvimento. Por causa disso está aí um post dedicado as etapas do branding.

Estudo tipográfico

Estudo de cores

Desenvolvimento da marca

 

Aplicações

Via: DesignFestival

 


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